Quem somos
Três coisas explicam o nosso café
O nome, as origens e o jeito de fazer. Nenhuma delas veio de um plano de negócios — vieram de gosto, de teimosia e de gente que planta café no Brasil há mais tempo do que a gente existe.
-
Cap. 01
Um cachorro sem dono
Todo brasileiro já encontrou um Caramelo. Vira-lata, leal, sem pedigree e cheio de caráter — o cachorro mais brasileiro que existe.
Ele virou o nosso nome porque é o que a gente quer que o café seja: sem pose, sem certificado pendurado na parede, mas impossível de esquecer depois que você encontra.
-
Cap. 02
Duas origens, duas histórias
Em Patos de Minas, a 1.110 metros, produtoras mineiras cultivam o Bourbon Amarelo que rende o nosso café mais doce — caramelo, chocolate e amêndoas, com um toque cítrico de raspas de laranja no final.
Em Campanha, no sul de Minas, o Sítio Vale do Hermon cultiva Catuaí e Mundo Novo e seca o café ao sol. O resultado é uma bebida fina, de torra clara, com notas florais e acidez equilibrada.
-
Cap. 03
Do pé à xícara
Compramos direto de quem planta. Provamos cada lote antes de fechar, e torramos em pequenas quantidades para que o café chegue perto da torra, não perto do vencimento.
É um jeito mais lento e mais caro de fazer. Também é o único que a gente sabe fazer sem ter vergonha do resultado.
Dois cafés, duas origens. Prove e veja se a gente está certo.
Confira nosso café